Na volta a SP, Verdão é hostilizado por quatro torcedores na Academia

Forte esquema de segurança inibe manifestações de maior violência contra o time, que chegou ao centro de treinamento por volta de 0h40

O temor de manifestações violentas, felizmente, não se concretizou, e a delegação do Palmeiras teve uma viagem relativamente tranquila de Volta Redonda a São Paulo, na noite deste domingo - a não ser, é claro, pela notícia da confirmação do rebaixamento, que veio na altura do Km 322 da Via Dutra.
Apenas quatro torcedores aguardavam o ônibus da delegação na Academia de Futebol, no bairro da Barra Funda, Zona Oeste de São Paulo. Eles foram os únicos a manifestar revolta pela queda à Série B, apesar da presença de três viaturas e uma base móvel da Polícia Militar em frente ao centro de treinamentos do clube.
O atacante Maikon Leite, que perdeu um gol incrível no empate em 1 a 1 com o Flamengo, o presidente Arnaldo Tirone e o gerente de futebol César Sampaio foram os mais hostilizados. Sem dar entrevistas, os jogadores rapidamente saíram de carro.

 
Torcida do Palmeiras na volta do time (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Torcedores protestam na chegada do time à Academia (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
A viagem durou 4h30m - a chegada foi por volta de 0h40. O ônibus foi escoltado pela Polícia Militar do Rio de Janeiro até a divisa com o estado de São Paulo, de onde uma viatura da Polícia Rodoviária o acompanhou até a altura de São José dos Campos. A escolta foi finalizada por uma viatura da PM já na entrada da capital paulista, na Marginal do Rio Tietê.


Torcida do Palmeiras na volta do time (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Havia mais jornalistas e policiais do que torcedores