O blog entrevistou Sérgio Eduardo Mendonça de Alvarenga, assessor do presidente do Corinthians, Mário Gobbi, e membro da comissão que estuda mudanças no estatuto do clube. Ele respondeu sobre a iniciativa de conselheiros de alterar a regra estatutária que obriga ex-presidentes a não disputarem eleição por dois pleitos seguidos.
O objetivo da mudança é permitir a candidatura de Andrés Sanchez em 2014. O ex-presidente diz ser contrário a alteração, mas afirma que será “obrigado” a aceitar, se for o desejo da maioria. Leia abaixo o depoimento de Alvarenga.
“Sou contrário a essa mudança, independentemente de quem possa ser candidato. Sou contra porque não vejo motivo para mudar. Mas não vou sofrer se decidirem fazer a alteração. Acho que o Andrés foi o melhor presidente da história do clube e penso que ele deve voltar um dia.
Mas o clube está funcionando bem assim, com a regra atual. Por isso, nós da comissão não mexemos nessa questão. Como vários conselheiros pediram a alteração, ela será levada para o Conselho. Agora, não acho que seja um assunto tão importante para a vida do clube, não faz tanta diferença assim. O importante é que ninguém pediu para derrubar o veto à reeleição. Isso já me deixa satisfeito.
A questão mais importante que estamos discutindo é a mudança na forma como serão eleitos os conselheiros. Vamos acabar com os chapões [o associado vota em 200 nomes de uma só vez]. Propomos a redução de 200 para 150 conselheiros e vamos sugerir três formatos. No mais simples deles, o sócio vota individualmente nos candidatos, sem chapas.
Se eu serei candidato à presidência? Imagine, não tenho tempo. Preciso cuidar do meu trabalho.”
O objetivo da mudança é permitir a candidatura de Andrés Sanchez em 2014. O ex-presidente diz ser contrário a alteração, mas afirma que será “obrigado” a aceitar, se for o desejo da maioria. Leia abaixo o depoimento de Alvarenga.
“Sou contrário a essa mudança, independentemente de quem possa ser candidato. Sou contra porque não vejo motivo para mudar. Mas não vou sofrer se decidirem fazer a alteração. Acho que o Andrés foi o melhor presidente da história do clube e penso que ele deve voltar um dia.
Mas o clube está funcionando bem assim, com a regra atual. Por isso, nós da comissão não mexemos nessa questão. Como vários conselheiros pediram a alteração, ela será levada para o Conselho. Agora, não acho que seja um assunto tão importante para a vida do clube, não faz tanta diferença assim. O importante é que ninguém pediu para derrubar o veto à reeleição. Isso já me deixa satisfeito.
A questão mais importante que estamos discutindo é a mudança na forma como serão eleitos os conselheiros. Vamos acabar com os chapões [o associado vota em 200 nomes de uma só vez]. Propomos a redução de 200 para 150 conselheiros e vamos sugerir três formatos. No mais simples deles, o sócio vota individualmente nos candidatos, sem chapas.
Se eu serei candidato à presidência? Imagine, não tenho tempo. Preciso cuidar do meu trabalho.”