O ex-atacante do Flamengo não está disposto a voltar ao futebol, segundo o dirigente

Presidente do América-RJ diz que Adriano está aposentado; jogador nega

   
O ex-atacante do Flamengo não está disposto a voltar ao futebol, segundo o dirigente
Após a tentativa do Palmeiras, foi a vez do América-RJ convidar Adriano para voltar ao futebol. Nesta segunda-feira, o presidente do tradicional clube que hoje disputa a Série B do Carioca revelou que o jogador recusou a proposta feita na última semana e está decidido a parar de atuar profissionalmente, apesar da insistência por um retorno aos campos. Procurada pelo UOL Esporte, a assessoria do atleta negou que a oferta tenha existido e descartou a aposentadoria.
“Tínhamos tido um primeiro contato e o Adriano disse que não queria mais jogar profissionalmente. Insistimos, e ele [Adriano] não mudou de ideia”, disse Vinicius Cordeiro, presidente do América-RJ, ao UOL Esporte. "Ele passa por um momento de relaxamento pela aposentadoria, demoraria a voltar a campo", afirmou o mandatário.O convite foi revelado na última semana pelo mandatário do clube da Zona Norte do Rio de Janeiro. Segundo o dirigente, os principais atrativos na proposta da equipe eram a localização e a falta de pressão da equipe carioca. Cenário muito diferente do que encontraria no Palmeiras, em São Paulo, por exemplo.
“Quando revelei o convite na semana passada disse que o Adriano não tinha vontade de jogar, no Palmeiras, na China, ou em qualquer outro lugar. Estávamos tentando demovê-lo da decisão de parar. Entendíamos que era legal ele não parar. A nossa proposta envolvia o Rio de Janeiro e a falta de pressão”, explicou.
A expectativa do América-RJ era de que a ideia animasse o atacante. O jogador está sem atuar desde a passagem pelo Corinthians, no primeiro semestre de 2012. No final do mesmo ano, Adriano esteve no Flamengo, onde tentou se recuperar de uma lesão no tendão de aquiles, sem sucesso. O jogador ainda não está curado da contusão.
Os salários do jogador no América-RJ seriam bancados pela empresa que ajuda a gerir o futebol do clube, a Chap. Uma das ideias era utilizar Adriano em projetos sociais e impedir que o atacante ficasse sem atividade, algo que preocupa os familiares do atleta.
“Tínhamos uma base salarial. Já sabíamos do patamar dele, e a Chap estava interessadíssima. Chegamos a ele através de amigos da família. O cara não pode ficar sem fazer nada, os familiares dele estão preocupados com essa situação”, revelou.
Em um primeiro contato com o UOL Esporte, a assessoria de Adriano não negou a proposta do clube carioca. Ao ser questionada sobre o conteúdo das declarações do presidente do América-RJ em uma segunda ligação, porém, o staff descartou que tenha havido qualquer tipo de conversa entre o atacante e a equipe, além de garantir que o jogador não está aposentado e continua treinando.
Adriano tem 31 anos e já foi atacante titular da seleção brasileira, além de ter disputado a Copa do Mundo de 2006. O jogador teve passagens bem-sucedidas por Inter de Milão, Parma, São Paulo e Flamengo, entre outros. Clube que o revelou, o Rubro-negro também foi responsável pelo último momento de brilho do atacante, quando foi campeão brasileiro em 2009
Atacante do Grêmio aparece em momento íntimo com mulher de colega nua
 


Crédito: Reprodução
O atacante do Grêmio, Eduardo Vargas, causou polêmica nesta semana eu sua passagem pela seleção do Chile. Uma foto tirada pelo ‘Turboman’ em um momento íntimo com a atriz Elinda Olivares nua, foi publicada pela imprensa local. A moça mantém relacionamento com Gary Medel, colega de Vargas na seleção.
A imagem teria sido feita após a vitória do Chile sobre o Uruguai pelas eliminatórias, na última terça-feira. A ‘festinha’ foi realizada na casa do próprio Medel.
“Foi na intimidade. Ele tirou a foto no celular e me mandou. Tínhamos uma relação. Havia mais vídeos e fotos, mas apaguei. Essa é a única que tenho”, disse ela a rede de televisão La Red.
Na imagem, ela aparece nua abraçada em Vargas. O gremista tirou a foto com celular de um espelho. Vargas e Medel já foram sacados juntos da seleção por terem sido flagrados em uma boate durante concentração.
E o histórico do time chileno vai ainda mais longe, em 2007, cinco jogadores beberam demais e se envolveram em uma discussão no hotel da concentração dos jogadores durante a Copa América disputada na Argentina

Romário e filho de Herzog entregam petição "Fora Marin" à CBF

Romário e Ivo Herzog chegam à CBF com a petição que pede a saída de Marin
Romário e Ivo Herzog chegam à CBF com a petição que pede a saída de Marin
    O deputado federal Romário e Ivo Herzog, filho do jornalista Vladimir Herzog, entregaram nesta segunda-feira à CBF (Confederação Brasileira de Futebol) a petição "Fora Marin". O abaixo-assinado lançado na internet e apoiado por mais de 54 mil pessoas pede a saída de José Maria Marin da presidência da confederação por sua suposta ligação com a ditadura.
    Romário e Ivo Herzog, juntos com a deputada federal Jandira Feghali e quatro membros da Frente Nacional de Torcedores, foram pessoalmente à CBF nesta tarde. Lá, não foram recebidos por nenhum diretor da entidade. Acabaram protocolando a petição, acompanhada de transcrições de discursos de Marin, na portaria da confederação.
    A entrega da petição aconteceu justamente no aniversário de 49 anos do golpe que deu início ao governo ditatorial no Brasil. Entre 1964 e 1985, período que durou o regime militar, Marin despontou para a política em São Paulo, chegando a ocupar o cargo de governador entre 1982 e 1983.
    Antes disso, porém, Marin foi deputado estadual. De acordo com Ivo Herzog, discursos dele teriam apoiado à tortura e às prisões arbitrárias ocorridas na ditadura. Após uma dessas prisões arbitrárias, ocorrida em 1975, o jornalista Vladimir Herzog foi torturado e morto no DOI-CODI, órgão de inteligência ligado ao governo militar.
    "José Maria Marin tem sua vida ligada àqueles que sustentaram a ditadura brasileira", diz o documento entregue à CBF. "Não podemos permitir que Marin viva a glória de estar à frente do maior evento mundial da nossa história [a Copa do Mundo]."
    ´'Marin não tem nada a ver com o Brasil", complementou Romário. "Brasil é um país democrático e de gente simpática. Não tem nada a ver comum regime ditatorial, que matou e torturou tantas pessoas."
    Em entrevista coletiva no mês passado, Marin se defendeu das suspeitas levantadas por Ivo. Disse que não há qualquer evidência que ligue a morte de Vladimir Herzog à sua atuação como parlamentar. Desafiou ainda qualquer pesso a mostrar algum documento que sirva de prova para essa acusação.
    Ivo contestou Marin. Afirmou que, se ele não tem ligação nenhuma com a ditadura militar, deveria o recebê-lo para uma conversa. "Eu tenho cinco perguntas que gostaria de fazer pessoalmente a ele", afirmou Ivo, após deixar a CBF.
    No mesmo dia em que a petição "Fora Marin" foi entregue à CBF, ela foi encaminhada aos 20 clubes da primeira divisão Campeonato Brasileiro e as 27 federações estaduais de futebol. Todos eles formam o colégio eleitoral da CBF.
    Ivo espera que, caso a CBF não tome um atitude quanto à Marin, os dirigentes locais e dos clubes o façam. "Agora, todo mundo sabe quem é Marin", disse Ivo. "Se não fizerem nada, serão coniventes. Cabe a nós cobrar as federações e os times."


    Frase do dia

    “Toda a derrota é minha responsabilidade. Podemos agora pensar na Copa do Brasil e no Campeonato Brasileiro. Precisamos descansar e mudar o foco", Jorginho, o realista técnico do Flamengo


     

    Em jogos oficiais, Romário é o maior goleador de todos os tempos

    postado por Marcondes Brito 
     
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    O Baixinho Romário tem motivos de sobra para ser um sujeito meio marrento. Segundo a revista argentina El Gráfico, ele é o maior artilheiro de todos os tempos, se forem considerados apenas jogos oficiais, com um total de 762 gols. Pelé, embora tenha marcado 1.229 em sua carreira, aparece nessa lista apenas em terceiro lugar, atrás de Romário e de Josef Bican, da Chesoslosváquia.
    Segundo El Gráfico, só há um jogador capaz de superar Romário: Lionel Messi, que, apesar de hoje aparecer em 65º lugar, não se cansa de quebrar recordes. Messi tem 25 anos provavelmente ainda vai balançar as redes centenas de vezes.

     

                A equipe de futebol que preferiu morrer a perder


    Time Star - modelo
    A história do futebol mundial tem milhares de episódios emocionantes e comovedores, mas seguramente nenhum seja tão terrível como o protagonizado pelos jogadores do Dinamo de Kiev nos anos 40. Os jogadores jogaram um partida sabendo que se ganhassem seriam assassinados e no entanto, decidiram ganhar. Na morte deram uma lição de coragem, de vida e honra, que não encontra, por seu dramatismo, outro caso similar no mundo. Para compreender sua decisão, é necessário conhecer como chegaram a jogar aquela decisiva partida, e por que uma simples partida de futebol apresentou para eles o momento crucial de suas vidas.
    Tudo começou em 19 de setembro de 1941, quando a cidade de Kiev (capital ucraniana) foi ocupada pelo exército nazista e os homens de Hitler aplicaram um regime de castigo impiedoso e arrasaram com tudo. A cidade converteu-se num inferno controlado pelos nazistas, e durante os meses seguintes chegaram centenas de prisioneiros de guerra, que não tinham permissão para trabalhar nem viver nas casas, assim todos vagavam pelas ruas na mais absoluta indigência. Entre aqueles soldados doentes e desnutridos, estava Nikolai Trusevich, que tinha sido goleiro do Dinamo.

    Kiev totalmente destruida
    Kiev totalmente destruida
    Josef Kordik, um padeiro alemão a quem os nazistas não perseguiam, precisamente por sua origem, era torcedor fanático do Dinamo. Num dia caminhava pela rua quando, surpreso, olhou um mendigo e de imediato reconheceu seu ídolo: o gigante goleiro Trusevich. Ainda que fosse ilegal, mediante artimanhas, o comerciante alemão enganou aos nazistas e contratou o goleiro para que trabalhasse em sua padaria. Sua ânsia por ajudá-lo foi valorizada por Trusevich que agradecia a possibilidade de se alimentar e dormir debaixo de um teto. Ao mesmo tempo, Kordik emocionava-se por ter feito amizade com a estrela de sua equipe.
    Na convivência, as conversas sempre giravam em torno do futebol e do Dinamo, até que o padeiro teve uma idéia genial: pediu a Trusevich que em lugar de trabalhar como ele, amassando pães, se dedicasse a buscar o resto de seus colegas. Não só continuaria lhe pagando, senão que juntos podiam salvar os outros jogadores. O arqueiro percorreu o que restara da cidade devastada dia e noite, e entre feridos e mendigos foi descobrindo, um a um, a seus amigos do Dinamo. Kordik deu trabalho a todos, se esforçando para que ninguém descobrisse a manobra. Trusevich encontrou também alguns rivais do campeonato russo, três jogadores da Lokomotiv, e também os resgatou. Em poucas semanas, a padaria escondia entre seus empregados uma equipe completa.
    O goleiro Trusevich
    O goleiro Trusevich
    Reunidos pelo padeiro, os jogadores não demoraram em dar o passo seguinte, e decidiram, alentados por seu protetor, voltar a jogar. Era, além de escapar dos nazistas, a única coisa que sabiam fazer bem. Muitos tinham perdido suas famílias nas mãos do exército de Hitler e o futebol era a última sombra mantida de suas vidas anteriores. Como o Dinamo estava enclausurado e proibido, deram um novo nome para aquela equipe. Assim nasceu o FC Start, que através de contatos alemães começou a desafiar a equipes de soldados inimigos e seleções formadas no III Reich.
    Em sete de junho de 1942, jogaram sua primeira partida. Apesar de estarem famintos e cansados por terem trabalhado toda a noite, venceram por 7 x 2. O próximo adversário foi a equipe de uma guarnição húngara, ganharam de 6 x2. Depois meteram 11 gols numa equipa romena. A coisa ficou séria quando em 17 de julho enfrentaram uma equipe do exército alemão e golearam por 6 x 2. Muitos nazistas começaram a ficar chateados pela crescente fama do grupo de empregados da padaria e buscaram uma equipe melhor para ganhar deles. Trouxeram da Hungria o MSG com a missão de derrotá-los, mas o FC Start goleou mais uma vez por 5 x 1, e mais tarde, ganhou de 3 x 2 na revanche.
    O cartaz da revanche
    O cartaz da revanche
    Em seis de agosto, convencidos de sua superioridade, os alemães prepararam uma equipe com membros da Luftwaffe, o Flakelf, que era uma grande time, utilizado como instrumento de propaganda de Hitler. Os nazistas tinham resolvido buscar o melhor rival possível para acabar com o FC Start, que já gozava de enorme popularidade entre o sofrido povo refém dos nazistas. A surpresa foi grande, porque apesar da violência e falta de esportividade dos alemães, o Start venceu por 5 a 1.
    Depois dessa escandalosa queda do time de Hitler, os alemães descobriram a manobra do padeiro. Assim, de Berlim chegou uma ordem de acabar com todos eles, inclusive com o padeiro, mas os hierarcas nazistas locais não se contentaram com isso. Não queriam que a última imagem dos russos fosse uma vitória, porque acreditavam que se fossem simplesmente assassinados não fariam nada mais que perpetuar a derrota alemã. A superioridade da raça ariana, em particular no esporte, era uma obsessão para Hitler e os altos comandos. Por essa razão, antes de fuzilá-los, queriam derrotar o time em um jogo. Com um clima tremendo de pressão e ameaças por todas as partes, anunciou-se a revanche para 9 de agosto, no repleto estádio Zenit. Antes do jogo, um oficial da SS entrou no vestiário e disse em russo:
    - “Vou ser o juiz do jogo, respeitem as regras e saúdem com o braço levantado”, exigindo que eles fizessem a saudação nazista.
    O time alemão

    O time alemão
    O time do Star
    O time do Star
    Já no campo, os jogadores do Start (camisas vermelha e calções brancos) levantaram o braço, mas no momento da saudação, levaram a mão ao peito e no lugar de dizer: – “Heil Hitler!”, gritaram – “Fizculthura!”, uma expressão soviética que proclamava a cultura física. Os alemães (camisa branca e calção negro) marcaram o primeiro gol, mas o Start chegou ao intervalo ganhando por 2 x 1. Receberam novas visitas ao vestiário, desta vez com armas e advertências claras e concretas:
    - “Se vocês ganharem, não sai ninguém vivo”,ameaçou um outro oficial da SS. Os jogadores ficaram com muito medo e até propuseram-se a não voltar para o segundo tempo. Mas pensaram em suas famílias, nos crimes que foram cometidos, na gente sofrida que nas arquibancadas gritava desesperadamente por eles e decidiram, sim, jogar.
    Deram um verdadeiro baile nos nazistas. E no final da partida, quando ganhavam por 5 x 3, o atacante Klimenko ficou cara a cara com o arqueiro alemão. Deu lhe um drible deixando-o estatelado no chão e ao ficar em frente a trave, quando todos esperavam o gol, deu meia volta e chutou a bola para o centro do campo. Foi um gesto de desprezo, de deboche, de superioridade total. O estádio veio abaixo.
    Como toda Kiev poderia a vir falar da façanha, os nazistas deixaram que saíssem do campo como se nada tivesse ocorrido. Inclusive o Start jogou dias depois e goleou o Rukh por 8 x 0. Mas o final já estava traçado: depois dessa última partida, a Gestapo visitou a padaria. O primeiro a morrer torturado em frente a todos os outros foi Kordik, o padeiro. Os demais presos foram enviados para os campos de concentração de Siretz. Ali mataram brutalmente a Kuzmenko, Klimenko e o arqueiro Trusevich, que morreu vestido com a camiseta do FC Start. Goncharenko e Sviridovsky, que não estavam na padaria naquele dia, foram os únicos que sobreviveram, escondidos, até a libertação de Kiev em novembro de 1943. O resto da equipe foi torturada até a morte.
    Goncharenko e  Sviridovsky, únicos sobreviventes, junto ao monumento de homenagem ao timeAinda hoje, os possuidores de entradas daquela partida têm direito a um assento gratuito no estádio do Dinamo de Kiev. Nas escadarias do clube, custodiado em forma permanente, conserva-se atualmente um monumento que saúda e recorda àqueles heróis do FC Start, os indomáveis prisioneiros de guerra do Exército Vermelho aos quais ninguém pode derrotar durante uma dezena de históricas partidas, entre 1941 e 1942. Foram na maioria, mortos entre torturas e fuzilamentos, mas há uma lembrança, uma fotografia que, para os torcedores do Dinamo, vale mais que todas as jóias em conjunto do Kremlin. Ali figuram os nomes dos jogadores. (foto acima)
    Goncharenko e Sviridovsky, únicos sobreviventes, junto ao monumento de homenagem ao time
    Na Ucrânia, os jogadores do FC Start hoje são heróis da pátria e seu exemplo de coragem é ensinado nos colégios. No estádio Zenit uma placa diz “Aos jogadores que morreram com a cabeça levantada ante o invasor nazista”.

              SOBRE A VITÓRIA DO CORINTHIANS

    1- Há 8 jogos o Corinthians não perdia do São Paulo no Morumbi. Agora são 9.
    2 Com a vitória de ontem, são agora 89 vitórias do Corinthians contra 77 do São Paulo.
    3- 20.000 ingressos vendidos. só 3.000 foram destinados aos corintianos. Portanto, 17.000 são-paulinos. É muito pouco.
    4- O gesto de cala-a-boca do Pato à torcida do São Paulo, teve um cartão amarelo merecido perante as recomendações da Comissão de Arbitragem da FIFA. O gesto foi em represália a uma parte dos tricolores que chamavam os corintianos de assassinos, fato que também é passível de ser colocado na súmula do jogo.
    5- As alterações que Tite fez no segundo tempo foram importantes para a vitória. Ter Jorge Henrique e Pato no banco é uma arma que poucos times tem. Ney Franco não tinha esse material nas mãos.
    6- O lance da falta (obstrução) de Denilson em Alessandro, não marcada e que deu origem ao gol do São Paulo, é discutível. A maioria dos árbitros também não teriam marcado.
    7- A quantidade de faltas do São Paulo no primeiro tempo, foi pelo menos o dobro do Corinthians.
    8- O gol que Oswaldo perdeu no primeiro tempo foi imperdoável. Poderia ter mudado a história do jogo.
    9- Luis Fabiano, Emerson e Ganso têm mesmo dificuldades de fazerem marcação, tão exigida por quase todos os técnicos. Quase sempre fazem falta.
    10- O zagueiro GIl, mais uma vez, não perdeu um só lance. Ele e Danilo foram os melhores jogadores do Corinthians.
    11- Mas quem decidiu mesmo foi Pato. Correu, marcou, deu passes. Em um deles, de cabeça para Paulinho, fez Rogério Ceni fazer uma atrapalhada.
    12- Foi exagerada a reclamação dos jogadores do São Paulo durante todo o jogo. No segundo tempo, 3 impedimentos claríssimos foram motivo de reclamações. Esse foi um dos grandes pecados do tricolor.
    13- Entendo que Ney Franco saia em defesa de Toloi, mas estando livre e atrasar uma bola que estava no chão e colocá-la alta e com efeito para Rogério Ceni não tem explicação.
    14- Não há o que contestar no pênalti de Ceni em Pato. Pato chegou antes, tirou a bola do raio de ação do goleiro e sofreu um pontapé indiscutível. Ceni demorou para sair de encontro à bola e a velocidade de Pato foi muito grande.
    15- Fica a discussão se Rogério deveria receber o cartão vermelho. Diz a regra que ” se há uma chance clara de gol e um jogador recebe uma falta, o faltoso receberá o vermelho”. Na teoria foi isso que aconteceu. Como o árbitro só deu amarelo para Rogério, ele pode ter interpretado ( e isso é uma prerrogativa dos árbitros) que Pato não alcançaria a bola e portanto não haveria a vantagem do gol.
    16- O resultado e o jogo em si não terão reflexos nos dois times nos seus compromissos desta semana pela Libertadores. A não ser que o pé direito de Rogério e o joelho do Denilson possam ter tido uma consequência maior.
    17- Mas foi um bom não resta dúvida
              

    Felipão convoca Seleção nesta terça para jogo contra Bolívia

    Por não ser uma data prevista no calendário de amistosos internacionais da Fifa, técnico gaúcho poderá contar apenas com jogadores que atuam no Brasil

     
    Felipão convoca Seleção nesta terça para jogo contra Bolívia Wander Roberto/VIPCOMM
     
     
    A convocação dos jogadores que poderão enfrentar a Bolívia no próximo sábado será nesta terça-feira. Luis Felipe Scolari terá à disposição apenas jogadores que atuam no Brasil, pois a data da partida não consta no calendário de amistosos internacionais da Fifa.
    A divulgação da lista, antes marcada para a última quinta-feira, foi transferida pela Confederação Brasileira de Futebol e acontecerá no site da entidade, às 17h de terça.
    O jogo será no dia 6 de abril, às 16 horas, na cidade de Santa Cruz de La Sierra. Os lucros do confronto serão doados para a família de Kevin Espada, garoto de 16 anos que foi morto por um sinalizador disparado pela torcida corinthiana no jogo entre San José e Corinthians, pela Libertadores da América.

             Futsal: conheça a história do clássico da linguiça


    Time da Perdigão em 1989. Foto: Reprodução
    Em 1985 uma partida de futebol de salão ficou conhecida no Brasil como o clássico da linguiça. A disputa entre duas grandes empresas de alimentos saiu das prateleiras dos mercados e foi parar na quadra com as equipes de Perdigão (Videira) e Sadia (Concórdia).
    Durante seis anos esse foi o maior clássico do futsal catarinense, pois as duas equipes eram as principais do esporte da bola pesada em Santa Catarina. Ao total foram 15 partidas entre 1985 e 1991. Foram 11 vitórias para a equipe de Videira, três vitórias para a Sadia e um empate.
    Chico Lins, um dos maiores jogadores de futsal da história de Santa Catarina, atuou na equipe da Perdigão em 1989 e participou de dois clássicos. Foram duas vitórias apertadas por 2 a 1.
    – O clássico da linguiça era forte. A Sadia não tinha um time tão potente quanto a Perdigão na época, mas tinha um timaço –recorda Chico Lins.
    Uma das diferenças entre as equipes era que a Perdigão contratava muitos jogadores de fora de Videira, enquanto a Sadia criava seus atletas na categoria de base.
    – A Sadia tinha jogadores que eram muitos bons, mas formados nas categorias de base de Concórdia. Eu me lembro do Gil, do Chavantina, e do goleiro Jace – lembra Chico.
    A rivalidade foi à marca registrada do encontro entre os times do clássico da linguiça. Afinal, as duas empresas que davam nome aos times eram grandes rivais no mercado de alimentos, antes da fusão entre Perdigão e Sadia em 2009, que deu origem a BRF.
    – Eram duas empresas do mesmo ramo, duas equipes muito fortes do futebol de salão. Então, a rivalidade era muito grande – finalizou Chico Lins.
    Em dezembro de 1991 a Perdigão botou fim ao supertime de futsal alegando problemas financeiros. Ao todo a equipe de Videira conquistou 21 títulos, incluindo o bicampeonato brasileiro (87 e 90) e o tri sul-americano (88, 89 e 90). A Sadia não demorou a acabar com seu time e no fim 1994, também por motivos financeiros, encerrou as atividades no futsal.
    Confira abaixo a lista dos 15 jogos disputados entre as equipes:
    14/09/1985 – Sadia 3 X 4 Perdigão – Partida em Concórdia
    16/11/1985 – Perdigão 10 X 1 Sadia – Partida em Videira
    28/12/1985 – Perdigão 2 X 1 Sadia – Partida em Videira
    13/12/1986 – Sadia 3 X Sadia – Partida em Concórdia
    18/12/1987 – Perdigão 8 X 2 Sadia – Partida em Videira
    12/11/1988 – Perdigão 3 X 0 Sadia – Partida em Videira
    28/11/1988 – Sadia 1 X 4 Perdigão – Partida em Concórdia
    13/12/1988 – Perdigão 2 X 2 Sadia – Partida em Videira
    28/12/1988 – Sadia 1 X 5 Perdigão – Partida em Concórdia
    22/12/1989 – Perdigão 2 X 1 Sadia – Partida em Videira
    29/12/1989 – Sadia 1 X Perdigão – Partida em Concórdia
    07/12/1990 – Sadia 4 X 3 Perdigão – Partida em Concórdia
    18/12/1990 – Perdigão 3 X 5 Sadia – Partida em Videira
    07/07/1991 – Perdigão 4 X 3 Sadia – Partida em Goiás
    27/08/1991 – Sadia 4 X 2 Perdigão – Partida em Concórdia