Frase do dia:
 
Faz da tua vida , um jogo de futebol :
Chuta as tristesas,
Finta as dificuldades, 


Marca 1000 golos de alegria...
ESTAREI NA BANCADA A TORCER POR TI !
 
ESCALAS PARA O FINAL DE SEMANA
AIDA EVENTOS


Escalas para Sábado:

I COPA AIDA DE VERÃO FEMININO - VISTA ALEGRE
Arbitragem: Joel Nunes, Simara Gross e Dejair Fredo.
 
Escalas para Domingo:
CAMPEONATO INTERNO DO BAIRRO DOS ESTADOS 2013
Arbitragem: Joel Nunes, Carlos Alberto da Silva e Simara Gross.
SEARA
Carlos Aberto da Silva, Solenir Renosto, Arlindo Vergani e Cristiano Butuhy.

Campeonato Interno do Bairro dos Estados 2013

 

 
Data
 
Hora
 
   Equipes
 
Resultados
 
  Equipes
 
Chave
 
03/03/13
 
08:45
 
Empreiteira Zamboni
 
 
 
Pinturas Pedrotti
 
“B”
 
03/03/13
 
09:45
 
Titão Murros
 
 
 
Sul Encanto Turismo
 
“A”
 
03/03/13
 
10:45
 
SZS Construções
 
 
 
Panelinha
 
“A”

 
 

III Copa Futebol Sete Livre - Mario Gugel
Informativo



  FOLGA NA RODADA ESSE FIM DE SEMANA DEVIDA A FESTA DA COMUNIDADE .
I COPA AIDA VERÃO FUTSAL FEMININO

Local: Bairro Vista Alegre
MAIS UMA RODADA NESSE FINAL DE SEMANA VENHA PRESTIGIAR ESSE EVENTO.

Data
Hora
Equipes
Resultados
Equipes
02/03/13
19:30
NOROESTE
BOSIO DETONAÇÕES
02/03/13
20:30
MECANICA INGECAR
 ASMUC
02/03/13
21:30
SANTO ANTONIO
KAPPA ENGENHARIA
                                                          Perna-de-pau
 

POR LUIZ GUILHERME PIVA
Era o perna-de-pau. Não por ser ruim. Ao contrário, era dos melhores, mesmo jogando com as duas muletas pra manter o equilíbrio. Quando tinha as pernas inteiras, então, era logo escolhido no par-ou-ímpar.
O apelido veio com as muletas, obrigatórias depois de lhe amputarem a perna esquerda do joelho pra baixo.
(Linha do trem, fim da ladeira, a bola despenca, já-vem-maria, rodas e apito, tão cheia de graça, maldito sol, vozes, gritos e guinchos, apitos e rodas, rodas e sangue, lá-vai-fumaça, só se não for, sangue e apito, brasileiro, rodas e apito, nessa hora, rodas e apito, e na hora, rodas e apito, da nossa morte, rodas e apito, amém, rodas e apito, amém, rodas e apito, amém, apito, amém, apito, amém.)
Meses no hospital. Mas voltou, de muletas.
Ficava na meia-direita lá na frente. Quando seu time atacava, corria por trás do beque e pedia. A bola vinha pelo alto, descaindo, ele amortecia no peito do pé, apoiava-se nas muletas e chutava de sem-pulo. Se não fosse gol, levava perigo.
Eis que naquele dia todo o lance se repetia, ele já quase dentro da área, desmarcado, só que a bola veio muito alta, lá em cima, forte, pra desanimar. Mas ele, na corrida, fez o impulso com a perna, saltou, começou a subir, parecia voar, como se tivesse asas e as batesse, pôs os pés nas nuvens, a cabeça subindo, a bola ainda mais acima, indo pro céu.
Foi tudo muito rápido, mas todo mundo viu, boquiabriu, pasmou: com o corpo no ar, subindo, flutuando, ele pôs pra cima e esticou o braço direito e a muleta o máximo que pôde, alcançou a bola quando ela já era quase o par de olhos da lua, amorteceu-a na ponta da muleta como se fosse uma raquete de tênis, veio descendo ao solo domando-a na ponta da perna-de-pau e, pouco antes da aterrissagem, soltou-a à meia-altura e bateu com o peito do pé, no ângulo, o barbante esvoaçando e a bola correndo a emenda da rede até o cantinho de grama lá no fundo enquanto ele pousava de volta, fechava as asas, as recolhia.
O espanto e o silêncio congelaram todos.
Só ele sorria e pulava e girava e balançava a cabeça e batia uma muleta na outra e queria gritar.
Mas sentiu o silêncio, olhou em volta, viu tudo estancado e mudo e parou.
Então ouviu-se o barulho do trem lá embaixo, as rodas e o apito, as rodas e oapito, as rodas eoapito, as rodaseoapito, asrodaseoapito, asrodaseoapito.
E ele sentiu uma navalha rasgando dentro da canela ausente.
Gritou de dor fundindo o som do grito ao do apito.
E sumiu.___________________________________
Luiz Guilherme Piva vive nas nuvens.
                 O advogado que sabia de menos
Erich

A história é bizarra em todas as instâncias. O tal advogado que resolveu ir à Justiça para anular o contrato de patrocínio da Caixa ao Corinthians (leia aqui) jogou a corda para ele mesmo se enforcar.
A começar pelo momento em que resolve ir à Justiça (cerca de quatro meses depois de o contrato ter sido assinado), passando pelo fato de simplesmente não saber que a Caixa já investia em clubes de futebol e terminando pelo argumento de que colocar a marca numa camisa “não dá retorno de imagem”, a sensação que se dá é de que o advogado sabe de menos.
Não sabe, por exemplo, que a própria Caixa patrocina outros esportes: atletismo, ginástica, luta olímpica e o Comitê Paraolímpico Brasileiro. Mais ainda, antes do Corinthians, a marca já estava na camisa de Avaí, Figueirense e Atlético-PR.
Como escrevi aqui na assinatura do contrato entre empresa e clube, o acordo tem por trás uma disputa dos cinco maiores bancos do país pelo consumidor ligado ao esporte (para ver a seção nostalgia clique aqui). Nesse cenário, a Caixa vinha perdendo terreno para Banco do Brasil, Itaú, Bradesco e Santander e precisava ter uma propriedade que pudesse fazer frente à concorrência.
E é aí que o nobre advogado dá a corda para se enforcar. O argumento de que “não dá retorno de imagem” o patrocínio a uma camisa de futebol vira algo totalmente sem sentido quando o próprio advogado que entra com o processo mostra que só tomou conhecimento da relação da Caixa no futebol quando a empresa chegou ao Corinthians.
Como então, dizer que o patrocínio não trouxe maior alcance para a marca da Caixa?
Temos um enorme problema conceitual no Brasil. As pessoas costumam confundir patrocínio no esporte com caridade. Ainda mais quando ele vem de uma empresa estatal. Sim, a história contribuiu muito para isso. No passado, com o esporte quase nada profissionalizado, geralmente o investimento tinha cunho político. A empresa, seja ela estatal ou não, raramente tinha uma estratégia para investir no esporte.
O caso mais emblemático disso foi o investimento do Banco do Brasil no vôlei. No início dos anos 90, as empresas estatais foram levadas a investir nas confederações dos chamados esportes olímpicos para ajudar financeiramente essas instituições, que estavam à beira da falência.
Na época, apenas a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) tinha um projeto consistente para fazer do Brasil uma potência mundial no esporte. O planejamento da CBV, turbinado pelo dinheiro do BB, deu certo, e a história a gente já sabe. O banco, corretamente, se apropriou desse sucesso e passou a usar o vôlei para rejuvenescer a marca, aproximar-se do público jovem, aumentar a visibilidade da empresa, investir em ações de marketing, etc. A partir do sucesso dentro da quadra é que a estratégia para o patrocínio, que dura até hoje, foi criada.
Hoje, porém, o mercado de patrocínio esportivo mudou muito. As empresas estão cada vez mais planejando antes de investir. A entrada da Caixa no futebol, por exemplo, se deu por necessidade de posicionar a empresa frente a investimentos cada vez maiores e mais midiáticos dos concorrentes. A oportunidade que existia era patrocinar camisas de clubes de futebol, usando também o torcedor desses times para alavancar outros produtos a serem comercializados pela empresa.
No final das contas, essa tal ação do advogado parece muito mais a tentativa dele de alavancar nacionalmente seu nome do que propriamente de zelar pelo bom uso do dinheiro público. O que seria mais uma mostra de como o patrocínio faz sentido para a marca…
Neymar vai jogar clássico com número 360

Ação tem como objetivo marcar o lançamento da nova plataforma C360, da CSU CardSystem, que exibe sua marca nas camisas do Santos
Neymar treina em preparação para o clássico contra o Corinthians / Ivan Storti/SantosNeymar treina em preparação para o clássico contra o CorinthiansO atacante Neymar, que tradicionalmente veste a camisa 11, trocará de número no clássico deste domingo, contra o Corinthians, no Morumbi, para marcar o lançamento da nova plataforma C360, da CSU CardSystem, que exibe sua marca nos números das camisas do Santos.
A ação marcará também o lançamento da plataforma de fidelização e comércio eletrônico OPTe+. Por isso, os jogadores santistas terão a logomarca OPTe+ estampada no uniforme, no lugar da logomarca da CSU.
Além da CSU, o Santos exibe outras três marcas no uniforme: Corr Plastik, na barra e no calção; Seara, no ombro; e Minds Idiomas no espaço abaixo da gola (Minds Idiomas).
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No país do “jeitinho”, governo tenta salvar clubes de futebol

postado por Marcondes Brito 
 
Deu no jornal Lance!
As penhoras que vem sufocando o caixa de muitos clubes – em especial o dos cariocas – podem estar com os dias contados. O Ministério do Esporte prepara um projeto de lei que deve ser encaminhado ainda este ano ao Congresso Federal com uma série de medidas para abater dívidas fiscais e tributárias com o governo federal e também para modernizar a gestão esportiva no Brasil.
– Este é um legado para os clubes no pós-Copa e para o esporte como um todo – disse o secretário Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos dos Torcedores do Ministério do Esporte, Toninho Nascimento.
Entre os pontos que estão sendo elaborados pelo ME estão o abatimento das dívidas fiscais em troca de programas sociais esportivos conduzidos pelos clubes, limitação de mandatos, cumprimento e planejamento financeiro e teto para endividamento. Estas medidas também são válidas para que federações e confederações continuem a receber incentivos governamentais.
Há também a discussão no ME de uma punição mais severa aos clubes que gastarem mais do arrecadarem, que vai desde a perda de mando de campo ao rebaixamento em competições nacionais.
Enquanto isso, a CBF nomeou nesta semana um grupo de trabalho com Vasco, Flamengo, Santos, Goiás e Coritiba para analisarem a criação de uma loteria esportiva em substituição à Timemania.
– Esses dois movimentos uma hora têm de convergir. No fundo os dois falam da sustentação econômica e financeira dos clubes – disse Cristiano Koehler, diretor-geral do Vasco e que deve acompanhar a evolução da discussão com a CBF.
O projeto pensado pelo governo, porém, não vai contemplar somente os clubes de futebol.
Bate-Bola – Toninho Nascimento
Secretário Nacional de Futebol

Este projeto vai ser um perdão da dívida dos clubes?
De modo algum. Haverá contrapartidas firmes para que haja algum tipo de benefício fiscal. E aqui não estamos falando só de clubes, mas do esporte em geral.
Quais são estas contrapartidas?
Maior transparência, responsabilidade fiscal dos dirigentes e sanções dentro de campo para aqueles que descumprirem. O legado da Copa para o futebol tem quer ser renovar a gestão dos clubes.
A Timemania entra no pacote?
Com certeza. A intenção do ministro Aldo Rebelo não é extingui-la, mas sim reformulá-la e torná-la mais atraente. Mas aí depende também de conversar com a Caixa Econômica, que administra a loteria.
dividas Comentário meu - O Brasil é mesmo um paraíso. A dívida dos clubes brasileiros (com raríssimas e honrosas exceções) continua crescendo numa velocidade muito maior do que a evolução das receitas. Desde 2003, os maiores clubes do país aumentaram em 235% a verba que entra nos cofres, passando de R$ 800 milhões em 2003 para R$ 2,7 bilhões em 2011. No mesmo período, porém, as dívidas cresceram 306%, de R$ 1,2 bi para R$ 4,7 bi. Agora o governo vai tentar socorre-los novamente. Mas quando me refiro a esse “paraíso”, devo acrescentar que ele não se resume apenas ao campo de futebol. Na fotomontagem acima, além da notícia do Lance! sobre a dívida dos clubes, tem um recorte de uma notícia do portal R7 que aponta algumas personalidades do mundo artístico que sonegaram mais de R$ 600 milhões em impostos. E viva a impunidade