Volante da Ponte Preta passa por cirurgia
Jogador da Macaca sofreu carrinho violento do atacante Danielzinho, do São Caetano, e teve de ser operado
Volante foi operado e passa bemDivulgação/Ponte PretaO volante Ferrugem, da Ponte Preta, passou por uma cirurgia para fixação da fratura-luxação e reparos dos ligamentos do tornozelo esquerdo, na noite desta segunda-feira, e passa bem. O atleta sofreu um carrinho violento do atacante Danielzinho, do São Caetano, na partida do último domingo, e se lesionou gravemente.
A operação foi realizada no hospital Madre Theodora, em Campinas, e durou cerca de duas horas. A previsão é que o jogador receba alta na quarta-feira e, a partir de então, ficará três meses sem poder colocar o pé no chão, antes de iniciar a fisioterapia. Ferrugem deverá ficar pelo menos seis meses fora dos gramados.
"Tudo ocorreu dentro do esperado e o prognóstico é bom. Após o tratamento e o trabalho de fisioterapia, o Ferrugem deverá recuperar 100% da mobilidade que tinha até antes da lesão", declarou o médico do clube, Roberto Nishimura.
"Precisamos exaltar a competência do Dr. Sérgio Rosa, que fez um procedimento perfeito, e agradecer a toda a equipe do Madre Theodora, da recepção e administração aos profissionais do centro cirúrgico. Eles nos acolheram com muita atenção e uma agilidade muito grande, extremamente necessária em casos como este", completou Nishimura.
A operação foi realizada no hospital Madre Theodora, em Campinas, e durou cerca de duas horas. A previsão é que o jogador receba alta na quarta-feira e, a partir de então, ficará três meses sem poder colocar o pé no chão, antes de iniciar a fisioterapia. Ferrugem deverá ficar pelo menos seis meses fora dos gramados.
"Tudo ocorreu dentro do esperado e o prognóstico é bom. Após o tratamento e o trabalho de fisioterapia, o Ferrugem deverá recuperar 100% da mobilidade que tinha até antes da lesão", declarou o médico do clube, Roberto Nishimura.
"Precisamos exaltar a competência do Dr. Sérgio Rosa, que fez um procedimento perfeito, e agradecer a toda a equipe do Madre Theodora, da recepção e administração aos profissionais do centro cirúrgico. Eles nos acolheram com muita atenção e uma agilidade muito grande, extremamente necessária em casos como este", completou Nishimura.