Apesar de não poder contar com seu artilheiro por três jogos, Luiz Felipe Scolari se disse alegre pela convocação de Barcos após seis meses no Palmeiras. E os profissionais do departamento de marketing do clube também abriram sorrisos. O centroavante viajou para a Argentina com camisas do time, com a missão de entregar uma delas a Messi.
A ação não envolve só o time alviverde. Messi, Barcos, Palmeiras e seleção argentina contam com a mesma empresa de fornecimento de material esportivo, a alemã Adidas. Havia até a intenção de promover uma ação junta na semana passada, mas a situação do clube, na zona de rebaixamento do Brasileiro, fez com que todos desistissem.
O jogador enfrentou o Grêmio no sábado e se apresentou à seleção na segunda-feira com a ordem de entregar uniformes do Palmeiras também para o técnico Alejandro Sabella e outros dirigentes da Associação de Futebol Argentino.
Após a divulgação da informação da camisa destinada a Messi, o departamento de marketing do clube do Palestra Itália passou a tentar contatar Barcos durante toda a tarde desta quarta-feira. A ideia era que o centroavante fornecesse uma foto do melhor jogador do mundo ao menos segurando a camisa do atual campeão da Copa do Brasil, como havia sido combinado.
Mais do que a missão imposta pelo Palmeiras, o objetivo de Barcos em sua primeira convocação para a seleção argentina é provar que tem condição de ser chamado mais vezes e até ser titular em um ataque que tem como opções nomes como Messi, Higuain, Lavezzi, Agüero e Di María.
No time paulista, sua vaga será ocupada por Obina. Felipão ficará sem Barcos, autor de 25% dos gols do time no ano, diante do Sport, na quinta-feira, do Atlético-MG, no domingo, e do Vasco, no dia 12.